sexta-feira, 22 de agosto de 2014
A dois
domingo, 10 de junho de 2012
Agradecimentos
sábado, 2 de junho de 2012
Colibri no Cottage
sexta-feira, 1 de abril de 2011
As Flores do Ar
És símbolo natural de perfeição,
De delicados pedaços de pétalas suaves.
Tuas nuances fascinam olhos, encantam corações,
Desabrocham emoções, inspiram poetas...
São tão belas as flores do ar,
Tão belas como o próprio amar.
O beijo apaixonado não seria como o mel
Se não fosse pelo teu meigo doce brotar.
És de uma beleza extraordinariamente única,
Todas as manhãs não seriam as mesmas sem ti,
Com a vida que trazes junto às gotas de orvalho...
No coração, jardim do existir, do sonhar,
És a mais bela das divinas criações,
És tu as flores do ar.
(Jailton dos Santos)
segunda-feira, 14 de março de 2011
Os sonolentos
sexta-feira, 4 de março de 2011
A arte de ler

Ler é um exercício que não causa fadiga. Ao contrário, a minha alma toma um novo vigor, pois as palavras me alimentam.
Meus pensamentos voam mais longe e eu apenas anseio em alcançá-los.
Esforça-te, digo a mim mesma.
Percebo que o tempo vai passando e a cada segundo em que o ponteiro avança no relógio, eu me derramo em palavras, sem saber se estou cuidando bem do meu tempo. Devo-me inquietar?
Simplesmente, com uma caneta e um papel as letras vão se transformando em arte, então posso dizer que sou afortunada sim, pois isto é um pouco do que me pertence e que de mim não pode ser retirado.
O que eu sinto? As palavras não descrevem.
Pode ser amor, paixão, sons e emoções. Na imaginação de uma sonhadora até tocar o céu é possível? Basta apenas ter um livro!
E se for de literatura, mon coeur dit: Merci!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Felicidade Trágica
De peitos abertos,
Que vivem distantes...
Do mundo concreto;
Felizes aqueles que tem um amor
Para sofrer sem medidas,
Felizes aqueles que guardam feridas
Felizes com a dor de viver assim;
Felizes somos nós,
Que amamos o engano,
Felizes são todos os seres humanos
Que tristes se lembram da felicidade.
Felizes aqueles que com a caridade
Pedem esmolas a rica ilusão,
Felizes aqueles de peitos abertos
Que mostram a todos o seu coração.
(Joelson Araújo)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
O fruto
B-r-o-t-a-m-e-n-t-o...
Direto da raiz nasce a busca
Fruto proibido...
Direto à boca...
A uva
À vulva.
Maçã que se devora,
Mas, jamais...
...se acaba.
(Dezwith Barros)
domingo, 13 de junho de 2010
Saudades de um Defunto
Onde o pior poeta escreverá à talhes:
Aqui jaz um homem morto,
Mesmo vivo,
À andar e à falar,
à chorar e à gritar.
Ao nos encontrarmos
você sorrirá.
Eu acenarei da minha cova
Repleta de flores naturais
Regada direto na raiz, por minha lágrimas.
Sem se decompor...
Condenado à ser Zumbi
Permanecerei...
E acenarei para ti de minha cova
Com meu frio grito, abafado e mudo
Lembrarei em nostalgia, aquelas horas
Em que o nada entre nós dois
virava tudo.
Ah!Minha pérola negra, doce dama
Te imploro em desespero
E humilhado pranto,
Que após uma semana, um mês, um ano
Mesmo quando não sentires mais dores,
Vistas negros trajes
E mande flores.
(Dezwith Barros)
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Somos história (Ele)
Ainda não contada,
Letras apenas,
Escritas dia após dia.
Uma máscara polida
Empoeirada páira,
Dentro de nossas cabeças,
Retorcendo-se sob ira e paixão.
Vivemos a guerra
De fazer o que precisamos,
As várias idéias contradizem-se,
Digladiando e pintando nossos sonhos.
Pouco a pouco morremos,
Somos vencidos pela rotina.
Deitar a tarde e dormir plenamente
Torna-se um sonho feliz.
E assim destrói-se
A natureza humana, o talento!
Descansamos sob relva e sob sombra.
Criatividade abandonada ao relento.
Vou vivendo a procura
De um beijo sequinho,
Lábio macio,
Selva intrigante em cada gesto.
Quero brotar o meu raciocínio,
Instigando-o na sensualidade inocente
Com pitada de tarde poente,
E cheiro de terra molhada.
(Sérgio Filho)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Metade... (Ele)
Que alivia esta vida,
Tua pele quente contagia...
Tão macia tão bonita.
Quando penso em você
Pára o tempo e a existência,
Perco o rumo por viver
Com você na consciência
Toda via é preciso
Que tu saibas minha dor.
Ser humano e não de ferro,
Sofro o silêncio do amor.
Em silêncio absoluto
Guardarei com muito medo,
Pois te amo e não consigo
Revelar este segredo.
(Sérgio Filho ao Chá das Qu4tro)